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https://ricts.mundis.pt/index.php/ricts/article/view/164
<p>Ora bem, este artigo discute a biometria como dispositivo de controle social e político, apontando como sua imposição crescente pode atuar como catalisador de um colapso das estruturas globais da internet. Argumenta-se, portanto, que a biometria, sob a justificativa de segurança e eficiência, revela-se um pretexto para vigilância massiva, exclusão digital e erosão de direitos fundamentais, conduzindo a um estado de “barbárie tecnológica”. Portanto, esste artigo propõe objetivamente que a biometria constitua não apenas ferramenta de identificação, mas, sobretudo pretexto para legitimar a falência do projeto emancipatório da internet. O artigo fundamenta-se em referenciais críticos da sociologia, filosofia política e estudos de tecnologia.</p>Jonivánio Cassuada da CostaFrancisco Jacucha Cahuco Kimbanda
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2025-12-312025-12-318212110.37334/ricts.v8i2.164OS FUNDAMENTOS DO PROCESSO DE LIBERTAÇÃO NACIONAL DE ANGOLA
https://ricts.mundis.pt/index.php/ricts/article/view/165
<p>O presente artigo sobre os fundamentos do processo de libertação nacional de Angola, enfoca-se nas metas almejadas destes processos e os desafios que se colocam actualmente. Objectivo desta pesquisa parte das diferentes etapas do processo de libertação nacional, analisar as contradições, fragmentações e desafios não como um fracasso do pensamento, mas um momento de reconhecimento dos limites do conhecimento, levando a uma investigação contínua. A perspectiva teórico-metodológica é descrever as experiências, percepções de pessoas, grupos políticos, intelectuais, sociais e religiosos, ver o sentido que dão ao processo de libertação nacional seu significado. Fim das interlocuções teórico-reflexivas, compreendeu-se que há uma emergência de abertura de uma nova Angola, partindo da mudança de mentalidade política, do reforço na formação, da capacitação do capital humano, da autonomização da economia, do melhoramento das condições sociais e da valorização da cultura nacional.</p>Feliciano Moreira Bastos Francisco Jacucha Cahuco Kimbanda Augusto N’tima Lunganga
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2025-12-312025-12-3182223910.37334/ricts.v8i2.165A contradição entre as aspirações de criação de Estados dominados pelas diásporas do colonialismo e pelas populações originárias, bem como os conflitos no seio destas, nos Estados pós-coloniais constituídos no início do último quartel do séc. XX em África
https://ricts.mundis.pt/index.php/ricts/article/view/166
<p>O presente trabalho baseia-se numa investigação metanalítica de algumas publicações relevantes às quais o autor pôde aceder referentes à História Geral de Angola e, em especial, a referente às aspirações coloniais que pretendiam materializar a constituição de um País como no continente americano onde os poderes foram tomados pelas diferentes diásporas europeias e em detrimento do direito de libertação das populações originárias, ao conflito armado que opôs as Forças Armadas governamentais e a Oposição Política e Militar nos 27 anos ulteriores à constituição do nosso país em Estado Soberano. Apresenta-se os aspectos particulares desse conflito, a devastação inédita em vidas humanas e económica e social, a extensão do conflito de progressiva intensidade em muitas regiões do País, as iniciativas e os múltiplos encontros diplomáticos realizadas entre as forças beligerantes e entre estas e os promotores externos da beligerância nacional, a extinção da tensão internacional da Guerra Fria e o desanuviamento da tensão regional na região da África Austral, e finalmente, a Reconstrução Nacional consequente à conquista definitiva da Paz.</p>Carlos Mariano Manuel
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2025-12-312025-12-3182406410.37334/ricts.v8i2.166O COLONIALISMO PORTUGUÊS EM AFRICA: uma análise política e ideológica de sua historiografia
https://ricts.mundis.pt/index.php/ricts/article/view/167
<p>A História contém um duplo sentido. Por um lado, é a experiência constituída e vivida pelos sujeitos que lhe configuram o processo histórico com as suas temporalidades, ritmos e sentidos. E por outro, é a ação intelectual de historiadores e historiadoras com o propósito de compreender o vivido problematizando-o. O resultado é a apresentação de uma narrativa urdida a partir do uso de um aporte documental, métodos e conceitos teóricos orientadores da investigação. Mas, não só, porque se trata, também, de um ato político e ideológico. É por isso que um mesmo tema tem versões distintas ou, em outras palavras, uma historiografia. Em vista disso, a análise historiográfica é uma ação importante porque contribui para trazer à tona questões subterrâneas verificadas na relação entre a História, a Memória e o Esquecimento orientando o nosso saber acerca de um determinado tema. Neste caso, o colonialismo português instituído sobre territórios em África, a partir do final do século XIX até 1975. Para o exercício de análise que nos propomos a desenvolver a respeito da relação entre historiografia, política e ideologia que envolve a historiografia do colonialismo português em Angola, escolheu-se as obras - <em>História Geral das Guerras Angolanas</em>, três volumes, de António de Oliveira Cadornega e a <em>História de Angola</em>, quatro volumes, de Jose Ralph Corte Real Delgado. Estas obras foram escritas em tempos diferentes. A primeira no século XVII e a segunda no século XX. Elas têm em comum o tema, ou seja, a experiência portuguesa no ultramar, mais precisamente, em Angola.</p>Josenildo de Jesus Pereira
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2025-12-312025-12-3182658110.37334/ricts.v8i2.167ROUBO EPISTÉMICO E A EXPROPRIAÇÃO DA FILOSOFIA AFRICANA PELO OCIDENTE: Notas sobre a crise do pensamento crítico contemporâneo
https://ricts.mundis.pt/index.php/ricts/article/view/170
<p>Muito bem, o roubo epistémico e a expropriação da Filosofia africana é uma crítica ao pensamento ocidental e um lembrete reflexivo para não mais voltar a acontecer na história do continente africano. Repare que, este artigo propõe o respeito e a consideração inelutável dos saberes africanos enquanto forma legítima de pensamento. Advoga-se que a negação da África como sujeito epistémico produziu uma crise no pensamento crítico contemporâneo, que, mesmo quando se pretende contestador, permanece atado aos paradigmas eurocentrados que silenciaram outras formas de racionalidade, que, Boaventura de Sousa Santos (sociólogo português) chamou de Epistemologias do Sul. O artigo se embasa nos grandes gigantes do conhecimento africano moderno; Cheikh Anta Diop, Kwasi Wiredu, Valentin Mudimbe e Mogobe Ramose, portanto, o texto reivindica uma virada epistémica que restitua a autonomia da filosofia africana, deslocando os centros de autoridade cognitiva e abrindo caminho para a descolonização radical do saber filosófico.</p>Jonivánio Cassuada da CostaFrancisco Jacucha Cahuco Kimbanda
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2025-12-312025-12-31828210010.37334/ricts.v8i2.170IMPERATIVIDADE DA SUPERAÇÃO DOS PARADIGMAS TRADICIONAIS E A RECONCILIAÇÃO NACIONAL NOS PALOP
https://ricts.mundis.pt/index.php/ricts/article/view/171
<p>Mas o que é que torna a reconciliação necessária entre nós angolanos e não só? Embora as armas tenham calado, a linguagem beligerante, as tensões e discriminações na sua maioria decorrentes das ideologias que os diferentes grupos políticos e não só defendem, ainda não desapareceu definitivamente. E isso ameaça a paz, inviabiliza a reconciliação nacional, adia o desenvolvimento social e, por conseguinte, compromete a soberania nacional. Trata-se de uma reflexão filosófica que pretendemos que seja uma contribuição para a resolução dos problemas que os PALOP afrentam.</p>Kiavanda Afonso Félix
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2025-12-312025-12-318210111510.37334/ricts.v8i2.171AS CONTROVÉRSIAS: AUTODETERMINAÇÃO E DESCOLONIZAÇÃO
https://ricts.mundis.pt/index.php/ricts/article/view/173
<p>O objeto geral sobre “racionalidade e controvérsia” é fornecer um instrumental de análise que permita examinar a argumentação em termos de confronto entre posições conflituantes. Partindo inicialmente, da distinção que Marcelo Dascal estabelece entre discussão, disputa e controvérsia, o papel das controvérsias será examinado, como motor de esclarecimento para pensarmos a “Descolonização” em Angola, ou se estamos diante da autoderminação para compreendermos a natureza do rácio que determina a ideia de “descolonização” dos povos africanos. O rácio da autodeterminação como novo modo de percebermos a ideia da “descolonização” em Angola, será examinada dentro das controvérsias como motor de esclarecimento e inovação no desenvolvimento dos povos africanos, tanto para compreender a natureza da racionalidade do “colono”, como de sua praxe - hermenêutico. A “lógica” do rácio colonial quanto a “colonização” é conflituante no ponto de vista, biológica, antropológica, sociológica, histórica, religiosa e filosófica. Tais conflitos, não são controvérsias. As controvérsias superam o conflito.</p>Pedro Paulo Ramos Ventura
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2025-12-312025-12-318211612810.37334/ricts.v8i2.173A MÁQUINA DO TEMPO: SIMPLES IMAGINAÇÃO E FICÇÃO CIENTÍFICA OU REALIDADE PROJETADA PELA IA (INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL)?
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<p>Muito bem, este artigo propõe uma problematização ontológica e epistémica do conceito de máquina do tempo, indo além do binarismo entre imaginação e realidade. Começando com a Física Teórica, destacando a teoria da relatividade, os modelos de buracos de minhoca, são apresentadas fórmulas que sustentam — em nível teórico — a possibilidade de dilatação temporal e trajetos não-lineares no espaço-tempo. A análise crítica evidencia que, embora matematicamente possível, a viagem no tempo esbarra em barreiras tecnológicas, paradoxos lógicos e dilemas ontológicos. A ideia de viajar no tempo sempre esteve presente no imaginário humano, manifestando-se desde narrativas míticas até projeções literárias e científicas. A ficção científica do século XIX na visão de H.G. Wells consolidou o conceito de “máquina do tempo” como metáfora da condição humana diante da temporalidade. Hoje, a inteligência artificial (IA) reabre o debate em termos de manipulação simbólica do tempo por meio de simulações, reconstruções digitais e modelagem preditiva.</p>Jonivánio Cassuada da CostaFrancisco Jacucha Cahuco Kimbanda
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2025-12-312025-12-318212914810.37334/ricts.v8i2.174