http://ricts.mundis.pt/index.php/ricts/issue/feed Revista Internacional de Ciências, Tecnologia e Sociedade 2019-09-10T13:39:55+00:00 Levi Leonido Fernandes da Silva direcao@mundis.pt Open Journal Systems <p><img src="/public/site/images/adminricts/ricts_rev.png"></p> <p><em>A RICTS assume como principal objetivo a promoção efetiva do cruzamento do saber e da investigação com particular enfoque entre duas grandes áreas do saber:&nbsp;CIÊNCIAS EXATAS E DA ENGENHARIA (Ciência e Engenharia de Materiais; Bioengenharia, Biotecnologia e Bioquímica; Engenharia Civil e Minas; Engenharia Eletrotécnica e Engenharia Informática; Engenharia Mecânica e Sistemas de Engenharia; Física; Matemática; Química e Engenharia Química; Tecnologias; Informática, Multimédia, Comunicação); CIÊNCIAS SOCIAIS (Indivíduos, Instituições e Mercados; Instituições, Valores, Crenças e Comportamento; Território e População; Estudo do Passado Humano).</em></p> <p>&nbsp;</p> <p><br>&nbsp;</p> <div id="s3gt_translate_tooltip_mini" class="s3gt_translate_tooltip_mini_box" style="background: initial !important; border: initial !important; border-radius: initial !important; border-spacing: initial !important; border-collapse: initial !important; direction: ltr !important; flex-direction: initial !important; font-weight: initial !important; height: initial !important; letter-spacing: initial !important; min-width: initial !important; max-width: initial !important; min-height: initial !important; max-height: initial !important; margin: auto !important; outline: initial !important; padding: initial !important; position: absolute; table-layout: initial !important; text-align: initial !important; text-shadow: initial !important; width: initial !important; word-break: initial !important; word-spacing: initial !important; overflow-wrap: initial !important; box-sizing: initial !important; display: initial !important; color: inherit !important; font-size: 13px !important; font-family: X-LocaleSpecific, sans-serif, Tahoma, Helvetica !important; line-height: 13px !important; vertical-align: top !important; white-space: inherit !important; left: 10px; top: 415px;"> <div id="s3gt_translate_tooltip_mini_sound" class="s3gt_translate_tooltip_mini" title="Play">&nbsp;</div> <div id="s3gt_translate_tooltip_mini_copy" class="s3gt_translate_tooltip_mini" title="Copy text to Clipboard">&nbsp;</div> </div> http://ricts.mundis.pt/index.php/ricts/article/view/16 ASA: ARQUITETURA DE AÇÃO SOCIAL 2019-09-08T20:59:49+00:00 Cauê Martins Rios c009_004@mundis.pt Taís Maria Peixoto Alves taispeixotoalves@hotmail.com <p>O Grupo intitulado “Arquitetura de Ação Social” (ASA), criado no Departamento de Expressão Gráfica do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Maria, tem por objetivo geral contribuir com trabalhos técnicos por meio de extensões específicas a uma determinada comunidade que não tendo condições financeiras em contratar os serviços de um profissional Arquiteto e Urbanista possa ser atendido gratuitamente pela equipe composta por professores orientadores, discentes bolsistas e voluntários desta instituição. Desta maneira, um dos desafios do Grupo ASA, é por meio da nossa criatividade, conseguir excelência nas soluções propostas levando em consideração o menor custo total a ser gasto na obra destituindo a ideia de que qualidade estaria conectada há elevados custos construtivos. E a sigla, ASA, vem ao encontro desta premissa, ou seja, buscarmos através da abstração da palavra “asa”, que nos remete aos voos dos pássaros, liberdade de criação, alçarmos voos imaginativos com a intenção de buscarmos soluções de qualidade nas mais diferentes áreas da arquitetura, urbanismo e paisagismo. E, outro desafio, sendo a principal missão do ASA, que é além de contribuir com serviços prestados as comunidades carentes, é com a formação do estudante de arquitetura. Ou seja, contribuir com este estudante através de um contato pessoal com as comunidades a serem contempladas pelo nosso projeto, ocasionados por diversos tipos de levantamentos nos locais de intervenção, pelas entrevistas a serem realizadas e pelas reuniões de apresentação de proposições com as comunidades, propiciando, assim, o desenvolvimento não só cognitivo mas, também, a sensibilidade deste futuro profissional e o papel fundamental de cidadão que ele exercerá frente às questões que necessitam de melhorias em nosso país. Ao unir atividades de ensino, pesquisa e extensão, o acadêmico é beneficiado em seu aprimoramento técnico-científico, desenvolve seu espírito crítico-reflexivo, intuitivo e solidário, impulsionando a repensar e incentivar, ao inserir-se como profissional no mercado de trabalho, a interessar-se em contribuir na construção de uma sociedade mais justa, igualitária e melhor, sem pensar apenas nos ganhos materiais que a profissão poderá retribuir a ele.</p> 2019-06-30T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://ricts.mundis.pt/index.php/ricts/article/view/14 ANOTAÇÃO DE SIGNIFICATIVOS MARCOS DE CIDADANIA EM PORTUGAL: O CASO DE CORREIA DE LACERDA 2019-09-10T13:39:55+00:00 João Botelho Veloso Rodrigues c009_002@mundis.pt João Bartolomeu Rodrigues jbarto@utad.pt <p>O presente trabalho intitulado Anotação de significativos marcos de cidadania em Portugal: o caso de Correia de Lacerda tem por objetivo perceber a evolução do conceito de cidadania, no contexto da cultura ocidental, desde a Grécia Antiga, até à idade moderna, particularmente até à revolução francesa. Num segundo momento, centrei a atenção na consciência cívica que emerge em Portugal, particularmente com a revolução liberal de 1820, cujas lutas entre liberais e miguelistas desembocaram na convenção de Évora-Monte (1834), o que levou ao segundo liberalismo em Portugal. Este foi o contexto político usado para analisar o panfleto Um papel político – Ontem, Hoje e Amanhã (1842), onde se percebe a intervenção cívica levada a cabo por D. José Maria de Almeida e Araújo Correia de Lacerda, assinalando o seu contributo para a afirmação da cidadania em Portugal, particularmente no contexto do segundo liberalismo.</p> 2019-09-08T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://ricts.mundis.pt/index.php/ricts/article/view/15 A MÚSICA E O APRENDIZADO COLETIVO: O PRINCÍPIO DA ARTE COM AÇÃO EFETIVA DE INCLUSÃO SOCIAL 2019-09-08T20:59:50+00:00 Marco Aurélio Aparecido da Silva c009_003@mundis.pt Levi Leonido Fernandes da Silva levileon@utad.pt <p>O mundo está repleto de sons e o silêncio absoluto talvez não exista. Ainda no ventre materno temos os primeiros contatos com o universo sonoro. Quando pensamos em educação musical, não devemos entendê-la de forma desarticulada do ambiente social. O pensar contextualizado e significativo deve estar presente também na vida dos educadores músicos. O aprendizado musical de forma isolada deixa uma enorme lacuna no processo de formação do aluno. Percebemos no projeto educacional de Heitor Villa-Lobos, uma educação musical significativa e contextualizada, onde o princípio do aprendizado coletivo é fundamental. Ilustramos nosso pensamento com a apresentação prática em campo através do Projeto “Orquestra Solar Meninos de Luz”, projeto este em que desenvolvemos a Coordenação geral e Direção artística. Tal projeto é realizado na comunidade Pavão/Pavãozinho/Cantagalo, no Rio de Janeiro, organizamos uma Orquestra com alunos e moradores da comunidade que, sem nenhum contato com o universo musical sistêmico anterior, tiveram a oportunidade de acesso à música nesta proposta que lhes foi apresentada. A cada novo som emitido, o processo de ensino-aprendizagem musical vai se construindo e o repertório vai sendo ajustado ao novo saber construído pelo aluno. A aprendizagem coletiva passa a ser princípio metodológico e não fim do processo de educação musical.</p> 2019-09-08T20:51:49+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://ricts.mundis.pt/index.php/ricts/article/view/13 A EDUCAÇÃO NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO: POLÍTICA, ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 2019-09-08T20:59:50+00:00 António Inácio Rocha Santana c009_001@mundis.pt <p>Este texto visa reflectir sobre os determinantes da política educativa, tendo em conta a necessidade de se redefinir uma política educativa coerente com os verdadeiros objectivos da educação que não sejam instrumentalizados e a favor das políticas de liberalização que não possibilitam a concretização da justiça social em relação aos mais pobres. Apesar de se reconhecerem os benefícios do pluralismo das agências formativas, evidentemente a escola continua ainda a ser nos nossos dias, a instituição que apresenta os conhecimentos de forma intencional e sistemática. Advoga-se uma política educativa que possa desenvolver um tipo de destrezas e valores que permitam aos alunos se integrarem como cidadãos na sociedade de forma reflexiva, crítica e ética, pois, as grandes crises por que a humanidade está a passar, como a crise ambiental, financeira e de conflitos, tem a sua origem na degradação da ética individual e colectiva.</p> 2019-09-08T20:53:54+00:00 ##submission.copyrightStatement##