ASA: ARQUITETURA DE AÇÃO SOCIAL

Conteúdo Principal do Artigo

Cauê Martins Rios
Taís Maria Peixoto Alves

Palavras Chave

Arquitectura, Comunidade, Acção Social

Resumo

O Grupo intitulado “Arquitetura de Ação Social” (ASA), criado no Departamento de Expressão Gráfica do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Maria, tem por objetivo geral contribuir com trabalhos técnicos por meio de extensões específicas a uma determinada comunidade que não tendo condições financeiras em contratar os serviços de um profissional Arquiteto e Urbanista possa ser atendido gratuitamente pela equipe composta por professores orientadores, discentes bolsistas e voluntários desta instituição. Desta maneira, um dos desafios do Grupo ASA, é por meio da nossa criatividade, conseguir excelência nas soluções propostas levando em consideração o menor custo total a ser gasto na obra destituindo a ideia de que qualidade estaria conectada há elevados custos construtivos. E a sigla, ASA, vem ao encontro desta premissa, ou seja, buscarmos através da abstração da palavra “asa”, que nos remete aos voos dos pássaros, liberdade de criação, alçarmos voos imaginativos com a intenção de buscarmos soluções de qualidade nas mais diferentes áreas da arquitetura, urbanismo e paisagismo. E, outro desafio, sendo a principal missão do ASA, que é além de contribuir com serviços prestados as comunidades carentes, é com a formação do estudante de arquitetura. Ou seja, contribuir com este estudante através de um contato pessoal com as comunidades a serem contempladas pelo nosso projeto, ocasionados por diversos tipos de levantamentos nos locais de intervenção, pelas entrevistas a serem realizadas e pelas reuniões de apresentação de proposições com as comunidades, propiciando, assim, o desenvolvimento não só cognitivo mas, também, a sensibilidade deste futuro profissional e o papel fundamental de cidadão que ele exercerá frente às questões que necessitam de melhorias em nosso país. Ao unir atividades de ensino, pesquisa e extensão, o acadêmico é beneficiado em seu aprimoramento técnico-científico, desenvolve seu espírito crítico-reflexivo, intuitivo e solidário, impulsionando a repensar e incentivar, ao inserir-se como profissional no mercado de trabalho, a interessar-se em contribuir na construção de uma sociedade mais justa, igualitária e melhor, sem pensar apenas nos ganhos materiais que a profissão poderá retribuir a ele.

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